O processo de recuperação judicial do grupo 123 Milhas, que já é o maior do Brasil em número de credores, mais de 772 mil, segue avançando em Minas Gerais.
A audiência realizada nesta semana pelo TJMG buscou organizar as próximas etapas, incluindo habilitações, impugnações e a futura assembleia de credores.
O volume inédito de beneficiários expõe um ponto crucial: a recuperação judicial não pode ser analisada apenas sob a ótica empresarial.
Há, aqui, um impacto direto em milhares de famílias e consumidores, o que exige um modelo de governança processual que seja transparente, ágil e capaz de dar segurança às negociações.
O uso de ferramentas digitais e plataformas online para facilitar o diálogo entre credores e recuperandas mostra-se um avanço importante, mas também revela os desafios de adaptar um instituto jurídico pensado, originalmente, para empresas tradicionais a cenários de alta complexidade e escala.
Fonte – Dra. Andréa Navarro – Ruzene Sociedade de Advogados.
O processo de recuperação judicial do grupo 123 Milhas, que já é o maior do Brasil em número de credores, mais de 772 mil, segue avançando em Minas Gerais.
A audiência realizada nesta semana pelo TJMG buscou organizar as próximas etapas, incluindo habilitações, impugnações e a futura assembleia de credores.
O volume inédito de beneficiários expõe um ponto crucial: a recuperação judicial não pode ser analisada apenas sob a ótica empresarial.
Há, aqui, um impacto direto em milhares de famílias e consumidores, o que exige um modelo de governança processual que seja transparente, ágil e capaz de dar segurança às negociações.
O uso de ferramentas digitais e plataformas online para facilitar o diálogo entre credores e recuperandas mostra-se um avanço importante, mas também revela os desafios de adaptar um instituto jurídico pensado, originalmente, para empresas tradicionais a cenários de alta complexidade e escala.